sábado, 26 de dezembro de 2009

23/12/2009 - Wet Wednesday Não Competitivo



A galera andava reclamando que nós inventamos esse negócio de regatas noturnas e desde então temos tido menos (ou "menas", como diria o Lula) oportunidades de velejar durante a semana na mais pura vadiagem e relax.

O Wet Wednesday nasceu exatamente disso, um grupo de amigos que se reunia simplesmente para velejar, normalmente rio acima, pela simples curtição de dar uma quebrada na semana. O dia é normalmente quarta e o horário, como diz o Cassio, é "a las tantas". Os mais assíduos são o próprio Friday Night (e antes dele o Easy-Going), o Noctiluca do comandante Wally, o Set Me Free do Capucha, nosso italiano safado, além do Chinook do Barba Ruiva.

O espírito é simplesmente o de jogar conversa fora, e foi exatamente isso que fizemos nesta quarta 23/12, com o ritmo do trabalho já diminuindo e nos permitindo uma saída mais cedo, tipo 19hs, ainda em tempo hábil para um bom tempo de claridade.

O "Jacaré" Wally nos brindou com uns queijinhos, copas e acepipes, enquanto que o Capucha desencavou uma boa champa lá das profundezas do Set Me Free. Além deles e deste comandante estava ainda o Yan Zaffari, o fujão, já celebrando que passou de ano (com as calças na mão mas passou!).

Subimos rio acima com um leste de uns 12-18K, passando pela árvore de Natal do Gasômetro devidamente iluminada, retornando logo antes da ponte do Jacuí.


O Jacaré no preparo dos queijinhos...
...e reclamando do tratamento a bordo
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O Italiano Safado só curtindo não ter o trabalho das regatas...

...e o pavilhão nacional tremulando no escuro (não pode, não pode, eu sei)

Faremos muitos outros.

domingo, 13 de dezembro de 2009

13/12/2009 - Aniversário VDS - Velejaço Gincana

Fotos iniciais: 'Comandante' Angela Plass, a bordo do Angela II

O Velejaço em comemoração aos 75 anos do VDS foi o mais próximo que estive nos últimos anos de uma gincana, daquelas de colégio, com a raia de três bóias infláveis defronte ao Veleiros, ao Barra Shopping e ao Sava Clube. Tínhamos que dar três voltas nessa raia, sempre passando defronte ao Veleiros, em um percurso traiçoeiro cheio de rondadas, rajadas mais fortes e buracos de vento junto ao morro da Assunção.

Fomos com este comandante, o Ferrugem, o Guga, o Jorge, retomando sua cadeira de psiquiatra de bordo, e o meu irmão Guili, velejador experiente de monotipos, que foi fazendo de 'papagaio de pirata' e de proeiro ao mesmo tempo. Para quem não sabe o 'papagaio de pirata' é aquele que sempre aparece no ombro nas fotos, na regata esse é o olhador de vento e da tática, além de palpiteiro em geral.

Last but not least, o nosso 6º tripulante foi o Vicente Hofmeister, que do alto dos seus 10 anos deu conta perfeitamente de suas tarefas de recolhedor e alcançador do balão pela gaiuta de proa. Isso é claro no intervalo dos desenhos que ele ficou vendo na televisão o tempo todo. Bem no espírito das regatas festivas...

Nosso tripulante mirim deu conta do recado


Nossos oponentes do dia foram o Angela II, que mais uma vez confirmou na fita azul, além dos regateiros Vento e Alma, do comandante Ortega, e do Xerife, do Gustavo Tarragô. O Vento e Alma é um Multimar 32' construído para regatas, que correu na Força Livre e foi tripulado entre outros pelo Eduardo Ribas, nosso Vice-Comodoro Esportivo.

Aliás, o Ribas foi quem se encarregou de me tocar uma flauta antecipada ainda na varanda, antecipando que a tarde seria difícil para nós com o Vento e Alma na raia. Não deu muito certo a flauta dele, mas faz parte...

Guga 'Ximitão' só no trimmer do banquinho...

A regata foi super 'pegada' com o Vento e Alma, o Xerife e mesmo com o Angela, como se pode ver nas fotos do alto da página, gentilmente cedidas pela comandante homônima ao barco (ou melhor, o barco é que é homônimo a ela!). Aquilo foi em uma tentativa que fizemos de passar por barlavento e ainda de balão, só que o timoneiro Renato não é bobo e fechou a porta o quanto pôde, dificultando a nossa vida por ali. De qualquer forma ele sentiu um bafinho na nuca, como se vê especialmente na primeira foto.

Na sequência da manobra os 50 pés do Angela fizeram a diferença e eles terminaram abrindo uma boa vantagem na base do andamento, chegando na frente mais uma vez.

Nossa briga mesmo foi com o Vento e Alma e o Xerife, foi dureza segurar os dois mas no final conseguimos, em um dia que proporcionou boas velejadas e também surpresas não tão boas, como a quebra da ponteira do pau de spinnaker em uma baixada 'radical' na montagem da bóia.

Momento de través 'lomba abaixo' com a correnteza

Segurando o Vento e Alma e o Xerife na popa... não é mole!

Alinhando para a chegada, em foto...

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Ih... esqueci do Molokai que também estava na raia

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A chegada do fita-azul com a tripulação de 'Galácticos' mais o Comodoro...
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... e a 'contra-flauta' no Ribas, já no trapiche na volta

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

09/12/2009 - 5º Velejaço Noturno Wet Wednesday

Foto: divulgação VDS

Show de bola esse 5º Velejaço Noturno, em um final de tarde que se mostrou ensolarado após vários dias de muita chuva. O vento leste de 15-18K, enfraquecendo no final, se encarregou de deixar tudo perfeito.

Mais uma vez saímos queimadíssimos no horário, com a tripulação me esperando já de motor ligado para a largada às 19:30. Dessa vez fomos com este comandante, o Wally, o Ferrugem, o Barba Ruiva e o Fofô Paulo, com toda sua experiência transatlântica.

Dessa vez tivemos 18 barcos na raia, comprovanto o sucesso das regatas noturnas. De cara já identificamos os nossos oponentes do dia, especialmente o grandão Angela II (Beneteau 50') do amigo Renato Plass, o Delta 36 Molokai do comandante Newton Aerts e o Xerife, um 37' regateiro do Gustavo Tarragô, nosso presidente do conselho do Veleiros.

Nosso oponente grandão


Largamos por baixo da flotilha no rumo do farolete 142, fazendo um lindo pega com o Molokai, cabeça a cabeça, até a altura do Estaleiro Só, onde eles praticamente tiveram que abrir para não nos deixar estampados no trapiche de cimento do cais. Passamos bem perto e com isso conseguimos uma pequena vantagem de barlavento, o que nos deixou alguns segundos na frente deles, na subida até o farolete 137 na Ponta da Cadeia. Enquanto isso o Angela fez esse primeiro trecho mais por sotavento, pegando vento limpo e abrindo boa vantagem, conosco em segundo e o Molokai logo atrás.

O Molokai em terceiro com a turma toda atrás (foto: divulgação VDS)

O bonito perfil do Angela ao por-do-sol (foto: divulgação VDS)

A navegada de través foi perfeita, com o Fofô Paulo fazendo um papel importante na trimada da vela grande nas rajadas mais fortes. Se ele pensou que vinha para descansar se deu mal...

Mata o véio...

Passamos pelo Gasômetro bem ao entardecer, com um belo visual da usina iluminada e da árvore de Natal ao lado da chaminé.


Contornamos o farolete 137 em segundo e já monitorando a distância para o Molokai, que na montagem já foi de exatamente 1 minuto. A volta foi de través até o farolete 142 e dali até o par da Piava (140) o vento entrou mais folgado, de 3/4 de popa. Dessa vez não fizemos a burrada da última regata noturna e já colocamos o gennaker na sequência da montagem, pegando boa velocidade nas descidas com as rajadas.

O Wally 'Jacaré' se assustou com alguma coisa!

Essa perna de gennaker foi perfeita e nos permitiu abrir um pouco a vantagem contra o Molokai, que era de 1m:18s na montagem do 142 e chegou a mais de 2m:30s no par da Piava.

A última perna até a chegada defronte ao clube foi de um contravento conservador, já com vento mais fraco e cuidando para não cairmos em um buraco de vento como da última vez, em que levamos um chocolate com a galera toda nos passando pelos dois lados.

Velejamos bem e terminamos em segundo após o Angela, seguidos logo atrás pelo Xerife, que chegou brigando com o Molokai até o último metro da linha de chegada.

Depois da regata teve a tradicional janta na varanda do clube, congragando os amigos e consagrando o sucesso dessa iniciativa do Veleiros com as regatas noturnas.

Faremos muitas outras...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

06/12/2009 - Fita Azul no Aniversário do Janga

Domingão nublado e de vento inicialmente fraco, fomos no velejaço de aniversário do Jangadeiros com este comandante e os tripulantes Ferrugem, Wally, Magrão Gói e Diego Quevedo.

O percurso foi de largada na frente do Janga, contorno do canal pela Piava e farolete 134, com montagem do farolete 119 defronte à Serraria e retorno pelo mesmo caminho.

Tivemos poucos barcos na raia mas já na largada vimos que a grande briga seria com o Fast 41’ Alforria e o Tempest, um Delta 32 que é especialmente andador no ventinho mais fraco.


O vento oeste de 8-10k nos possibilitou a largada de gennaker, mas com um ângulo bastante apertado. Essa velejada nos deu a vantagem da primeira montagem na frente, ainda que com uma distância bem pequena para os dois principais oponentes.

A subida até os faroletes 123 e 134 foi de contravento puro, com todos os barcos tentando escapar das merrecadas de vento e aproveitar as rondadas favoravelmente. As montagens dos faroletes estavam especialmente mais delicadas em função da forte correnteza que empurrava os barcos para o sul. Com um bom vento isso é pouco perceptível pela velocidade do barco, mas na merreca é algo a ser cuidado para evitar raspadas e outros acidentes.

Diegão no molinete do sota do balão...

...e o Magrão Gói concentrado no trimmer da escota.

Montamos o farolete 134 na frente e já abrimos o balão para a descida até o 119, com ângulo bem apertado mais uma vez. O Alforria do comandante Melecchi fez exatamente a mesma coisa e chegamos a andar lado a lado durante um bom tempo. A tática aqui foi tentar usar a correnteza a favor no canal, permitindo pequenas arribadas do rumo nas rajadas mais fortes ou mais orçadas.

Atingimos o 119 um minuto na frente e chegamos a dar um jaibe na montagem para tentar voltar também de balão, porém não rolou e já nos colocamos de genoa novamente para o retorno, que optamos por fazer por fora do canal para evitar a correnteza mais forte. O vento ficou ainda mais fraco e rondando muito, conseguimos nos esconder da correnteza atrás da Ilha do Presídio e velejamos melhor que os oponentes, abrindo uma boa vantagem enquanto o céu ia ficando preto e com algumas nuvens altamente suspeitas.

Na volta montamos o 134 de través e após o 123 colocamos o balão de novo, com o vento bem fraco mas já de olho em uma virada que estava pintando pelo sul. Dito e feito, tiramos o balão logo antes do vento mais forte entrar desse quadrante, mas aí já estávamos perto da Piava e com uma boa vantagem do Alforria e do Tempest, que por alguma razão nem chegou a colocar balão na descida.

Chegamos a pegar umas rajadas de 30K de S-SE, aproveitamos a água alta para estender o bordo após a Piava até bem perto do Sava Clube, cambando para um bordo direto até a linha de chegada na frente do Jangadeiros.

Dessa ver fizemos tudo certinho, a escolha das velas, os bordos e as táticas de marcação dos adversários. Pena mesmo é que podiam ter mais barcos na raia.

Na volta tivemos ainda o momento "papai meu herói", com o Diego pulando na água para ajudar a tirar a água do Optimist do seu pequeno Tiago, que tinha virado no ventão.
Olhem que gracinha o marmanjo a bordo da pequena saboneteira


Após a regata ainda tivemos o "Jacaré" Wally com seu momento contemplativo de reflexão, devidamente flagrado por este modesto escriba.
Harammmm.... Harammmm...



Um pequeno video da dinâmica de bordo na balonada de vento fraco.
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As fotos abaixo foram gentilmente cedidas pelo amigo André Faraco de Azevedo, vulgo Sabiá, tripulante do Alforria que registrou vários momentos da nossa regata pelo ângulo do outro barco. Ainda bem que nas últimas final aparece mais a popa do Friday Night, nem sempre é assim com relação ao Alforria.


A largada de gennaker


A subida de contravento até o farolete 134


A descida de balão, quando chegamos a andar lado a lado


Ufa... aqui eles já nos vendo pela popa


Quase a mesma foto, mas com um zoom mais caprichado

domingo, 15 de novembro de 2009

11/11/2009 – Levamos um Chocolate no Velejaço Noturno

Foto: divulgação VDS
Primeiro Velejaço Noturno da temporada do horário de verão 2009/2010, re-editando essa baita idéia do pessoal do Veleiros no ano passado, das regatas no meio da semana. Nesta edição tivemos 22 barcos em plena quarta-feira, o que prova o sucesso de um evento descomplicado e sem frescuras. Nada de custo de inscrições, prêmios de ferrinhos ou madeirinhas e cafonices afins, aqui veleja só quem está a fim de se divertir mesmo.



Como anteciparam a largada para as 19:30 cheguei queimadíssimo do trabalho e já fomos saindo do trapiche enquanto eu trocava de roupa no barco mesmo. A tripulação teve este comandante, o Wally, Barba Ruiva, Capucha e o Cassio Ostermayer, nosso multimídia de cozinheiro, cinegrafista e assessor de assuntos aleatórios e variados.


Velejada “no limite”
Largamos defronte ao clube em direção à bóia 137, na imediações do Gasômetro. Com o vento leste de 10-15K optamos por fazer este percurso de Gennaker, embora o ângulo do vento estivesse um pouco apertado para esta vela.

Barba Ruiva assustado na largadaFoto: divulgação VDS

Com a atenção redobrada no trimmer do Gennaker e da grande, no limite para perder o leme e quase atravessando em alguns momentos, chegamos na bóia de retorno em terceiro lugar, atrás apenas dos grandões Ângela (50’) e Haitabu (45’).

Tio Cacá concentrado na borda


Bafo na nuca na volta
Na volta conseguimos segurar bem a turma de trás até o farolete 142 defronte ao Beira-Rio, mas o vento deu uma merrecada no meio do caminho até o 140 -par da Piava- e a nossa vantagem começou a desandar.

O primeiro bafo na nuca veio do Xerife, um 37’ de regatas de década de 80, que anda muito no ventinho fraco e começou a chegar rápido, enquanto íamos nos arrastando já com um vento muito fraco. Faltando uma milha para o par da Piava tomamos a decisão errada de não recolocar o Gennaker ou até mesmo o balão, o que foi fatal para já levarmos uma comida do Delírio, que vinha por baixo com um balãozinho bem armado e puxador.

A correnteza nos fez entrar muito arribados e sem velocidade no farolete 140, dando espaço para o Xerife já nos dar uma matada na montagem.

Chocolate geral na última perna
Esta última perna até a chegada no clube foi lamentável, de orça na cara e quase nada de vento. Ficamos algumas vezes em buracos de vento enquanto que outros barcos que optaram por um rumo mais aberto nunca ficaram desventados e terminaram se saindo muito melhor.

O Friday Night está pesado e também nós mesmos não velejamos nada neste final. Já estava bem escuro e nem a lanterna para iluminar as fitinhas das velas estava funcionando como deveria. No final fomos ultrapassados pelo o D36 Molokai – com o Norton e tudo! – , o trimarâ Meia-Noite e um J24, estes levíssimos, levando ainda a matada final do Maragato já em cima da linha, por míseros 2 segundos.

Cavalo de chegada!”
Olhando depois confesso que me faltou malandragem na chegada na linha, quando estávamos com direito e eu poderia ter arribado o barco para fechar a porta para o Maragato. Não fiz isso e os caras terminaram tendo espaço para enfiar o bico e nos faturar pelos tais 2 segundos, méritos do Mauro Penter e do imediato Manotaço, não exatamente novatos no ramo.

“– Cavalo de chegada“, gritou o Manotaço ao cruzar a comemorar a cruzada da linha na nossa frente, pelo photochart.

No final terminamos em 9º, uma performance lamentável pela competição em si mas que em nada diminuiu o nosso divertimento. E ainda aprendemos umas coisinhas, como a tal história de que vale sim colocar o balão na merreca, mesmo que para uma perna bem curta. Terminamos jantando no clube com toda a turma após a rebeldia do Barba Ruiva e os comentários técnico-científicos do Cássio, ambos nos vídeos abaixo:

O Wally - Jacaré - passando o tal gennaker que deveríamos ter usado...
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...e o Tio Cacá filosofando forte.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

08/11/2009 – Inaugurando a Temporada


Inauguramos nossa temporada do horário de verão 2009-2010, em um dia que começou errado com os ilustres tripulantes “Inúteis” dando forfait na regata da Feira do Livro. Um viajando, outro doentinho, outro fazendo o tema do filho, outro com o alvará cassado pela patroa, enfim, ficamos sem tripulação e terminamos não indo na regata, permanecendo no clube de bobeira na maior parte do dia.

No final da tarde catei o Wally da obra do seu Noctiluca, onde estava auxiliado pelos curiosos Capucha (vulgo Italiano Safado) e Yan Zaffari, para a primeira velejada de final da tarde da temporada, em que pese não se tratar de uma Wet Wednesday.

O meu Rafa estava super animado e quis ir junto, então já aproveitamos para levar o guri, devidamente paramentado com seu colete salva-vidas.

Navegadinha honesta até o Jacuí de asa-de-pomba, com o Rafa aproveitando bastante e aparentemente perdendo o medo nas adernadas de contravento na volta.

O Capucha nos brindou com uma excelente Baron Extra-Brüt na chegada, devidamente sorvida pelos adultos a bordo.

Fechamos o domingão com eu e o Rafa jantando uma pizza na Sereníssima com o Wally e a Lindinha. O guri mandou umas poucas garfadas e capotou esgotado, depois tive que paletear a carga na volta para casa.


Na próxima quarta tem a inauguração da temporada de regatas noturnas 2009/2010. Vamos lá!

sábado, 31 de outubro de 2009

31/10/2009 – Navegada Familiar


No dia 31/10 aproveitamos o sabadão especialmente encomendado para apresentar o Friday Night aos nossos tios Fernando e Ana, do Rio, Leon e Lulu, de São Paulo, e à Tia Minoti daqui de POA. A turma de fora veio especialmente para o aniversário de 90 anos da tia Lia, que vai que é um Dodge e comemorou bastante em uma bela festa no Jangadeiros na sexta.


Meu pai comandante Garrafão assumiu o leme na maior parte do passeio, bem assessorado pela proeira Silvinha que mostrou grande destreza nas cambadas.

O dia nos esperou perfeito, nubladinho com um vento sul entre 10 e 15k. Subimos para o centro da cidade e costeamos todo o cais do porto até a altura do portão central, voltando de contravento e no final ainda dando uma entradinha no Janga, já a motor.

Enfim, uma ótima tarde para o encontro da Silvinha com suas irmãs e seus maridos, registrando apenas a ausência do tio Martim que ficou com preguiça e foi sestear.


No dia seguinte mais uma churrascada para celebrar o encontro de todos, dessa vez com toda a criançada junto.


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

18/10/2009 - Velejaço Cayrú 2009


Domingão clássico no Velejaço Cayrú 2009, nublado com sol e um vento S-SE de 11 a 18K. Estamos na tripulação com este comandante, o Ferrugem, o Barba Ruiva, o Jorge, o Guga e o André Wahrlich, que nos deu a honra da sua presença pela primeira vez.


A largada no cais do porto com vento sul é sinônimo de muitas e muitas cambadas no caminho da descida, não foi diferente dessa vez, como se vê na imagem do nosso track na carta náutica acima. Logo na largada já vimos que a coisa seria casca grossa, com bons adversários na raia, especialmente os dois 40', o Alforria do Melecchi e o Bucaneer do Marcelo Bernd, além do Delta 32 Tempest, que também incomoda bastante.

A navegada foi muito boa, de G2 e toda a grande em cima, com a volta da bóia 121 até chegada no farolete 134 de balão. Nada de muito competitivo dessa vez, cada um pegou o seu lugar desde a largada e foi tratando de administrar. Nada mau depois da pauleira do Velejaço Farroupilha, se bem que esse pessoal é folgado e às vezes exagera na moleza.
Tudo bem que é dia do GP Brasil de Fórmula 1, mas tirar o traseiro da borda no contravento para espiar o Rubinho na televisão já é demais!!
O resultado deu a lógica, os dois 40' na frente, seguidos por nós e pelo Tempest, que nem chegou a colocar balão na volta.

Dessa vez quem deu uma de cinegrafista foi o André, vulgo "Gordo Azul" para os mais antigos que lembram do rapaz ainda nos tempos do Optimist... já vão uns bons 30 anos por aí...
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Aqui o nosso novo tripulante timoneando e mostrando que não sente nem um pouco de saudades do Soling.
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